A praça é do povo mas precisa de policiamento 1979


O banco da “Alfaiataria Central” na praça 22 de novembro, centro de Mauá, deixou de ser banco, pois está caído e arrebentado, irrecuperável. Isso é obra de marginais e vagabundos que não tem o que fazer na vida. Agora as pessoas que estavam acostumadas a desfrutar desse banco para descansar um pouco à sombra, não vão poder mais faze-lo. Mas se esse fosse o único banco a faltar na praça não era nada, o pior é que muitos já foram destruídos e não foram repostos, ta certo que a praça é do povo, mas é necessário policiamento para cuidar dela principalmente à noite.

Dentro da estação de Mauá também falta policiamento:

Na parte da tarde, quando os trens provenientes de São Paulo chegam a Mauá, estacionando no terminal, a saída dos passageiros parece um verdadeiro estouro de boiada, os mais apressados saem a frente correndo e gritando, é que sair do sufoco desses trens superlotados deve representar uma sensação de liberdade, mas o fato que queremos nos ater aqui é devido à falta de policiamento na estação de Mauá.

Por falta de policiamento, muitos passageiros principalmente os mais jovens que gostam de se aparecer ou precisam realmente chegar em casa mais cedo para depois ir para a escola, ao invés de descerem as escadarias usando o túnel para atingirem o outro lado da estação, estão pulando da plataforma nos trilhos dos trens e subindo na outra plataforma, para saírem mais rápido do lado da estação rodoviária. Se houvesse um maior policiamento dentro da estação ferroviária, isso não ocorreria e evitar-se ia que um “maluco” desses se machucasse e terminasse ainda sendo estraçalhado por um trem

A Voz de Ribeirão Pires, 22 a 28 de março de 1979 
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Sobre Alex Shinobi

Esse texto foi trazido até você pela Equipe Mauá Memória a cidade Ontem e Hoje, ajude nosso trabalho divulgando nosso site ou enviando fotos antigas, notícias da cidade e coisas que acontecem no seu bairro entre em contato: mauamemoria@gmail.com