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Bom, como eu havia prometido antes de começarmos as resenhas da nova fase da DC Comics chamada Future State nos EUA ainda sem lançamento oficial no Brasil eu quero comentar alguns pontos da edição 7 de Dark Knights Death Metal.

Acabo de ler Death Metal 7 e como é praxe nas recentes sagas sob o título METAL a sensação que temos ao ler esse trabalho do Scott Snyder é de uma bagunça generalizada com muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e parece que essas coisas mal fazem sentido beirando o sem "pé" nem "cabeça",  mas então Death Metal é ruim ?

Eu diria que não é ruim muito pelo contrário sendo que a parte visual fica por conta do Greg Capullo desenhista que já conhecemos  de longa data da Marvel e de Spawn onde o  artista se esforça muito para contextualizar um tipo de caos que impera nessa mini - série o que ele consegue fazer muito bem já quanto aos roteiros vou tentar EXPLICAR. 

Death Metal tem o intuito de ser o ponto culminante das histórias que a DC Comics vem realizando nos últimos anos desde o seu Renascimento em 2016  numa tentativa de voltar o universo DC ao que ele era antes do Reboot de 2011 mas editorialmente falando parece que tudo isso foi longe demais após inúmeros reinícios e chegamos então a Death Metal e uma importância inesperada que essa mini-série teve na sua conclusão. 

Death Metal foi um mini série lançada em 2020 que acabou no final do ano e foi uma consequência direta de outra saga recente que se passou nas revistas da Liga Da Justiça chamada Ano Do Vilão onde a Perpétua uma espécie de Deusa Multiversal auxiliada pelo Batman Que Ri assume o controle da Terra 0, mas e aí?

Aí que após 6 edições de ação desenfreada com o Multiverso DC em guerra contra outro Multiverso só que este outro sendo um Multiverso Sombrio somos bombardeados por muita ação de todos os lados com inúmeros personagens conhecidos porém com novas interpretações tudo isso oriundo do Muliverso Sombrio o que me manteve acompanhando Death Metal já que sempre gostei de versões alternativas dos super heróis. 

Enfim  parece que estou criticando negativamente mas não porque no final tudo parece que VALEU. PARECE. 

Ao final de Death Metal mais precisamente do meio para o final da edição tudo entra em um contexto para o grade FINALE quando TODOS OS Multiversos DC são mais uma vez FORMATADOS e agora a DC assume que não existirá apenas um MULTIVERSO e o que ela dá a entender com isso é que tanto criativamente quanto editorialmente rompeu se o paradigma da cronologia na editora. 

Mesmo que a DC ainda que não tenha acabado com o contexto de continuidade ela  vai tratar esse tema cronlógico de uma forma totalmente nova no UDC que despontar após o final da breve saga Future State que já está acabando de ser lançada e veio logo após o final de Death Metal então assim que a continuidade DC sair da sua versão de "Dias De Um Futuro Esquecido " a nova DC que virá será  algo totalmente novo e aberto a grandes possibilidades heróicas.

De Novo.

Fronteira Infinita que já deve ter sido lançada enquanto eu faço essa cobertura de Death Metal 7 é um lançamento que deverá  servir de norte para todos nós nesse momento de mudança na DC e que apesar de mudança já ser uma constante que até chega a incomodar as vezes nas editoras de super heróis americanos essas mudanças  ainda nos geram muita curiosidade então lá vamos nós mais uma vez e  assim que eu ler Fronteira Infinita eu venho contar pra vcs o que eu achei.

Eu sou o Marco Antonio seu correspondente MULTIVERSAL e nos vemos na próxima Fronteira Infinita \o/


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