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ATENÇÃO, a cultura de Mauá precisa da sua ajuda!!

A casa-ateliê do artista Hans Grudzinski corre perigo de demolição. O apoio da sociedade civil e o investimento público são fundamentais para que um espaço de memória não vire ruínas. Toda a população será afetada com a demolição de um bem cultural para construção de mais um prédio. Apoie o tombamento da casa-ateliê de Hans Grudzinski. 

A petição propõe efetuar o tombamento da casa-ateliê, a criação de políticas de salvaguarda e preservação do patrimônio , e a aplicação prática de projetos consolidados para que o espaço possa voltar a ter vida, atuação artística, e preservação documental, histórica e cultural , bem como o fortalecimento e desenvolvimento de pesquisas nessas áreas de conhecimento.

Assine o abaixo assinado no link: 


A casa-ateliê do artista Hans Grudzinski corre perigo de demolição . A prática da especulação imobiliária na cidade de Mauá segue na ofensiva para derrubar a histórica casa do artista para a construção de mais um prédio. 

A casa já foi vendida, não pertence mais à família e se encontra nas mãos da construtora que só não derrubou ainda pois há o processo de tombamento em aberto desde 2014. 

A petição propõe efetuar o tombamento da casa-ateliê, a criação de políticas de salvaguarda e preservação do patrimônio , e a aplicação prática de projetos consolidados para que o espaço possa voltar a ter vida, atuação artística, e preservação documental, histórica e cultural , bem como o fortalecimento e desenvolvimento de pesquisas nessas áreas de conhecimento. 

O apoio da sociedade civil e o investimento público são fundamentais para que um espaço de memória não vire ruínas. Toda a população será afetada com a demolição de um bem cultural para construção de mais um prédio, que nem ao menos servirá de moradia às pessoas que não tem onde residir. 

A cultura, por sua vez, tem função pública e coletiva: pertence a todes nós. Todos os itens citados são assegurados pela Constituição Federal de 1988 como direitos da população. Apoie o tombamento da casa-ateliê de Hans Grudzinski. Os votos serão apresentados na próxima reunião do CONDEPHAAT-Ma, para demonstrar o interesse público no assunto. 

Tombamento, preservação e cultura: o direito à memória coletiva

Conheça a história da casa:

O casarão em Mauá que pertenceu a Hans Grudzinski

Casa no bairro Matriz na rua Porto Feliz que pertenceu a Hans Grudzinski (Novi Vrbas, Iugoslávia, atual Sérvia 1921 - Mauá SP 1986). Gravador, desenhista, pintor e arquiteto. Forma-se arquiteto em 1940.
Em 1947, transfere-se para o Brasil, fixando-se em Mauá, São Paulo. Entre 1954 e 1956, estuda pintura na Associação Paulista de Belas Artes, e em 1959 cursa artes gráficas, na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). 
No mesmo ano, é orientado pelo gravador Lívio Abramo (1903-1992) no Estúdio Gravura, em São Paulo, onde participa de uma coletiva em 1961. 
Em 1963, expõe na 1ª Bienal Americana de Gravura, em Santiago, Chile. 
Em 1966, é agraciado com medalha de ouro no 2º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no Museu de Arte Contemporânea José Pancetti (MACC). 
Obtém prêmio no Salão Paulista de Arte Moderna e participa da 9ª Bienal de São Paulo, em 1967. 
No ano seguinte, conquista medalha de prata em artes gráficas, no Salão de Arte Contemporânea de São Caetano do Sul, São Paulo. Ganha prêmio Conselho Estadual de Cultura do 1º Salão Paulista de Arte Contemporânea, em 1969. 
Em 1970, é premiado pelo conjunto da obra no Salão de Arte Brasileira Religiosa de Londrina, Paraná. Em São Paulo, expõe em individuais nas galerias São Luís, em 1963 e 1965, e Documenta, em 1970, 1980 e 1983. 
Apresenta ainda trabalhos no Panorama de Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), em várias ocasiões, entre 1969 e 1980, quando é premiado na 4ª Mostra Anual de Gravura, no Museu da Gravura , Curitiba, Paraná. Entre 1947 e 1967, trabalhava em uma fábrica de porcelanas, em Mauá, São Paulo.

Fonte: Itau Cultural

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