Se você foi aluno do Colégio Humberto de Campos nos anos 90, prepare-se para uma viagem no tempo

O texto resgata, de forma nostálgica e afetiva, as memórias de quem estudou no Colégio Humberto de Campos, em Mauá, durante os anos 90. Destaca a rotina escolar, o ambiente das salas de aula, o recreio, as amizades e as experiências que marcaram gerações. Mais do que um espaço de ensino, o colégio é apresentado como parte da história pessoal e coletiva da cidade, despertando sentimentos de saudade, pertencimento e gratidão em quem viveu aquela época.

Se você foi aluno do Colégio Humberto de Campos nos anos 90, prepare-se para uma viagem no tempo

 Nos anos 90, quem estudou no Colégio Humberto de Campos, em Mauá, carrega mais do que lembranças de sala de aula. Carrega um pedaço da própria história.

Era um tempo em que a rotina começava cedo, com uniforme simples, mochila pesada e aquele portão que separava o mundo da rua do mundo da escola. O Humberto de Campos não era só um colégio — era ponto de encontro, referência de bairro, lugar onde amizades nasceram e ficaram para a vida toda.

As salas tinham cheiro de giz, carteiras riscadas com nomes e datas, e professores que, entre broncas e conselhos, marcaram gerações. Alguns eram temidos, outros queridos, mas todos faziam parte do mesmo cenário que hoje vive apenas na memória de quem passou por ali.

O recreio era um capítulo à parte. Conversas apressadas, risadas altas, troca de figurinhas, planos para depois da aula. Do lado de fora, Mauá seguia seu ritmo, mas ali dentro o tempo parecia ter outro compasso. Não existiam celulares, redes sociais ou mensagens instantâneas — existia presença, olho no olho e histórias que se construíam ao vivo.

Para muitos alunos dos anos 90, o Humberto de Campos foi palco de primeiras paixões, descobertas, medos e sonhos. Foi ali que muita gente aprendeu mais do que matérias escolares: aprendeu sobre convivência, respeito, amizade e sobre crescer em uma cidade que também estava mudando.

Hoje, quando se passa em frente ao colégio, é impossível não sentir aquele aperto bom no peito. Uma mistura de saudade, orgulho e gratidão. Porque o tempo passa, Mauá muda, mas as lembranças do Colégio Humberto de Campos continuam vivas em quem fez parte dessa história.

E, de algum jeito, quem viveu aqueles anos sempre vai carregar um pouco dos anos 90 dentro de si — junto com o Humberto de Campos.

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